Sim.
Os psicólogos estão obrigados eticamente a guardar sigilo absoluto de tudo o que os seus pacientes lhes contarem ou esteja relacionado com as consultas. Inclusivamente o psicólogo não pode divulgar a ninguém qualquer tipo de dados sobre os pacientes que acompanha.
O sigilo apenas será quebrado em caso de ameaça real a própria vida ou a vida de outra pessoa.
Como cada paciente é único, o tempo de terapia varia de caso para caso. Alguns atendimentos são de longa duração, cujo acompanhamento psicoterapêutico se estende por vários anos, outros de curta duração, questões pontuais são o foco desses atendimentos, como dúvidas profissionais, problemas conjugais, etc...
Na minha forma de trabalho em psicoterapia a duração do tratamento não é possível ser apontada no início. É preciso analisar o seu caso e a maneira como você reage à terapia para, enfim, lhe dar uma resposta satisfatória.
A abordagem pela qual me oriento é a Gestal-terapia. Uma característica principal da Gestalt é o foco no presente. Ela sugere que o todo é maior que a soma de suas partes. Há uma ênfase na percepção.
O objetivo da terapia gestáltica é que o cliente colabore com o terapeuta para aumentar a sua conscientização pessoal. Ajuda os clientes a se concentrarem no presente. Eles passam a entender o que realmente está acontecendo em suas vidas agora.
Através do processo gestáltico, os clientes aprendem a tornar-se mais conscientes de como seus próprios padrões de pensamento. Passam, então, a conhecer comportamentos negativos que possam bloquear a verdadeira autoconsciência e tornando-os infelizes.
Esta é uma dúvida que muitas pessoas têm! O entendimento que falta em quem ainda tem essa dúvida é a compreensão de que esse diálogo não é um diálogo qualquer, trata-se de um diálogo especial completamente diferente das conversas/diálogos que se pode ter com amigos ou parentes.
Para quem está numa consulta de psicologia clínica, aquilo que pode parecer uma mera "conversa" entre cliente e psicólogo, é muito mais do que isso. Estar em psicoterapia é conhecer um novo tipo de relação, a relação terapêutica.
As intervenções verbais do psicólogo clínico (comentários, questionamento, etc) são intencionais, aqui a escuta é qualificada e o profissional procura levar o cliente a adotar uma atitude diferente perante si próprio e perante a sua vida.